Minha atuação com a BrasilAgro começou em janeiro de 2020, com alcance nas operações do Brasil e do Paraguai. Contribuí como consultora sênior para o desenvolvimento de um plano estratégico de segurança e apoiei a implantação do programa de transformação da cultura de segurança.
A melhoria do desempenho em segurança e o objetivo de zero fatalidades nas operações brasileiras orientaram essa atuação. O trabalho também envolveu reporte de incidentes, regras de ouro, motivação progressiva e desenvolvimento das equipes.
Conhecer as ocorrências e tornar claras as orientações
Apoiei a implantação do programa de reporte de incidentes. Relatar uma ocorrência permite que ela seja conhecida pela organização. A atenção ao que é comunicado importa porque essas informações podem ajudar a empresa a compreender os riscos presentes no trabalho e decidir o que precisa ser examinado.
Também apoiei o estabelecimento das regras de ouro de segurança e do programa de motivação progressiva. Para mim, essas ferramentas exigem cuidado com a clareza: o que a empresa espera das pessoas precisa ser compreendido por quem está na operação e por quem a lidera.
Preparar as equipes para o uso das ferramentas
Treinei a equipe brasileira de Segurança, Saúde e Meio Ambiente na utilização do diário de segurança. Realizei também treinamentos com diferentes equipes em cultura de segurança, investigação de incidentes, percepção de risco e observação comportamental.
São responsabilidades que pedem preparo. Investigar uma ocorrência exige cuidado com a interpretação; perceber um risco pede atenção às condições de trabalho. O uso de um diário precisa ser compreendido por quem vai incorporá-lo às suas atividades. Vejo a formação como parte da responsabilidade de apoiar a implantação: as pessoas precisam saber o que fazer com as ferramentas que recebem.
