Em janeiro de 2020, comecei a atuar com a CESP nas operações brasileiras. Como consultora sênior, contribuí para o desenvolvimento de um plano estratégico de segurança voltado à transformação da cultura e à melhoria do desempenho em segurança.
O trabalho incluiu o diagnóstico de cultura nas operações brasileiras e o apoio ao estabelecimento de regras de ouro e de um programa de motivação progressiva.
Examinar a cultura e planejar a mudança
Realizei o diagnóstico de cultura de segurança da CESP. Examinar a cultura exige atenção à maneira como a segurança é compreendida pela organização. Uma empresa pode ter orientações bem definidas e, ainda assim, precisar compreender como essas orientações são interpretadas por quem trabalha.
Minha contribuição ao planejamento estratégico esteve voltada à transformação dessa cultura. Considero importante que um plano ajude a empresa a decidir onde dedicar esforço e o que precisa desenvolver. Quando a direção é clara, a liderança tem uma referência para assumir os compromissos que o planejamento exige.
Regras de ouro e motivação progressiva
Também apoiei o estabelecimento das regras de ouro de segurança e do programa de motivação progressiva. Uma regra precisa fazer sentido para quem tem a responsabilidade de segui-la e para quem orienta sua aplicação.
O cuidado está nessa clareza. As pessoas precisam compreender o que se espera delas, e a gestão precisa ser coerente nas orientações que oferece e nos comportamentos que estimula.
