Diagnóstico de Cultura de Segurança
Compreender como áreas corporativas, operações técnicas, unidades e empresas contratadas interpretam e praticam a segurança.

A continuidade dos serviços depende de pessoas que instalam, operam e mantêm a infraestrutura. É nesse trabalho que as orientações de segurança precisam funcionar.
Falhas precisam ser tratadas, redes são ampliadas e tecnologias mudam enquanto a operação continua. Dependendo do escopo, equipes próprias e contratadas atuam em instalações elétricas, em altura, em vias públicas, durante deslocamentos e em ambientes de acesso controlado. Prazos de atendimento e disponibilidade podem aumentar a pressão por uma solução rápida.
Uma mesma organização pode reunir profissionais de rede, manutenção, engenharia, atendimento, lojas, centros de operação e áreas corporativas. Cada ambiente percebe o risco de uma maneira. Quando responsabilidades e critérios não atravessam essas fronteiras, a segurança passa a depender do fornecedor, da unidade ou da liderança local.
Também é comum que a execução esteja distribuída por muitos pontos e empresas. A organização precisa saber se os controles previstos permanecem efetivos no campo, como desvios são comunicados e se o aprendizado de uma ocorrência chega a quem enfrenta condições semelhantes.
Examinamos com a organização como as prioridades da liderança, a governança e a relação com empresas contratadas afetam as condições encontradas pelas equipes técnicas e de campo.
Conforme a necessidade, a atuação pode abordar diferenças entre unidades e fornecedores, prevenção de exposições críticas, desenvolvimento de líderes ou execução de uma transformação cultural na rede.
Conheça nossa abordagemCompreender como áreas corporativas, operações técnicas, unidades e empresas contratadas interpretam e praticam a segurança.
Apoiar a execução do planejamento nos diferentes níveis e ambientes de trabalho.
Estruturar a formação continuada de lideranças, equipes técnicas e operação.
Avaliar antecipação, preparação e proteção diante de exposições críticas, amplificadores e controles.
Definir prioridades, responsabilidades e acompanhamento em uma operação distribuída.
Desenvolver líderes no trabalho real por meio de nove semanas de experiências práticas e mentorias.
Conte como as equipes estão distribuídas e o que precisa de atenção no trabalho próprio ou contratado.