Iniciei minha atuação com a CHS em janeiro de 2018, junto às operações brasileiras. O trabalho teve duas formas de acompanhamento da equipe operacional: os encontros anuais de segurança e o coaching para utilização do diário de segurança.
Liderança, percepção de risco e comunicação
Conduzi o Workshop Anual de Segurança por dois anos com a equipe operacional brasileira. Trabalhamos liderança em segurança, percepção de risco e comunicação.
Esses temas se encontram no trabalho. Perceber uma situação de risco exige atenção; comunicar o que foi percebido também exige preparo. A liderança participa pela maneira como recebe essa comunicação e conduz a equipe.
Quando dedico uma formação a esses assuntos, considero importante a responsabilidade de cada pessoa nessa conversa. O risco percebido por alguém precisa encontrar espaço para ser tratado. Preparar a equipe para conversar sobre segurança faz parte desse cuidado.
Acompanhar a utilização do diário
Durante seis meses, conduzi o coaching da equipe operacional brasileira para o uso do diário de segurança. Esse acompanhamento deu ao instrumento um espaço próprio dentro do trabalho com a CHS.
Disponibilizar uma ferramenta traz uma responsabilidade com quem vai utilizá-la. É preciso compreender sua finalidade e o que se espera de seu uso. Vejo o acompanhamento como uma oportunidade de dedicar atenção a essa compreensão, respeitando o tempo que a aprendizagem exige das pessoas. Na CHS, o diário foi o tema desse trabalho continuado com a equipe operacional.
