Safety Culture: From Theory to Practice
ISBN 6500447182
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Especialista em Cultura de Segurança · Executiva Sênior de EHS
Andreza Araújo é especialista em cultura de segurança e executiva sênior de EHS, com mais de 25 anos de experiência em meio ambiente, saúde e segurança. É engenheira civil e engenheira de segurança do trabalho pela Unicamp, mestra em Diplomacia Ambiental pela Universidade de Genebra e concluiu estudos em sustentabilidade no IMD, na Suíça.
Atuou como Global Head de EHS em ambientes Fortune 500, liderando programas de transformação cultural em operações multinacionais. Representou o Brasil como palestrante na ONU, em Paris, e discursou na Organização Internacional do Trabalho, em Turim.
É autora de mais de 16 livros sobre cultura de segurança em português, espanhol, inglês e alemão. Seu trabalho já recebeu mais de 10 prêmios de EHS, incluindo dois reconhecimentos de Indra Nooyi, ex-CEO da PepsiCo.
ISBN 6500447182
Andreza Araújo
Andreza Araújo
Andreza Araújo
Andreza Araújo
Andreza Araújo
Andreza Araújo
Apresentadora e líder editorial da edição em inglês, com conversas sobre liderança em segurança, EHS e cultura organizacional.
Apresentadora da edição em português, com entrevistas e conversas sobre cultura de segurança e EHS.
Apresentadora deste programa derivado, com debates e conselhos sobre liderança e cultura de segurança.

Indicadores de saúde mental só orientam decisões quando conectam percepção, exposição e consequência. Compare três painéis e escolha o adequado para cada nível de gestão.

A autoridade de parada em SST só funciona quando a liderança protege a pessoa que interrompe, define critérios observáveis e trata a decisão como dado de operação.

Um roteiro de 60 dias para o brigadista recém-designado transformar nomeação formal em prontidão observável, com decisões, exercícios e correções no campo.

Confidencialidade em um relato de risco não é silêncio nem promessa de anonimato absoluto. É um acordo operacional sobre quem precisa saber, quais fatos devem ser preservados e como a liderança responde sem expor desnecessariamente a pessoa que falou.

Auditar fatores psicossociais não é aplicar um questionário isolado. É verificar como organização do trabalho, liderança, metas e recursos produzem exposição real, usando evidências de campo para orientar o PGR e decisões de gestão.

Registro de acesso, telemetria, mensagens e imagens podem ampliar uma investigação de acidente, mas nenhum dado digital explica sozinho por que uma decisão pareceu razoável naquele momento. Este artigo desmonta sete crenças que transformam rastros em conclusões apressadas e mostra como preservar contexto na RCA.

A contratação não transfere o risco para outra empresa. Este diagnóstico mostra sete pontos cegos que surgem quando escopo, autoridade, barreiras e retorno ficam divididos entre contratante e contratada, com perguntas práticas para gestores de contratos, supervisores e líderes de operação.

Uma cultura de segurança não se prova por slogans ou pela ausência temporária de acidentes. Ela aparece quando a operação reconhece sinais, muda decisões e verifica se as barreiras continuam funcionando antes que uma lesão force a aprendizagem.

Aprenda a preparar e conduzir um DDS que transforma a rotina do turno, revela riscos reais e termina com uma decisão verificável para a equipe.
Um estudo de caso agregado da experiência de Andreza Araujo em mais de 250 empresas mostra por que o diagnóstico só produz segurança psicológica quando a devolutiva altera decisões observáveis.