
Bow-Tie em SST: 7 falhas que engavetam o método
O Bow-Tie é apresentado como método técnico de barreiras, mas em sete pontos distintos o diagrama vira planilha morta antes mesmo de prevenir um SIF

Quase-acidente: 5 razões pelas quais sua planta esconde
A planta industrial brasileira reporta menos de 25% dos quase-acidentes reais, e a causa raramente está na falta de visão do operador, embora a auditoria quase nunca veja isso.

DDS protocolar: 6 sinais de que seu Diálogo Diário virou ritual vazio
DDS feito todos os dias e arquivado em lista de presença não funciona como barreira de risco. Seis sinais objetivos diferenciam o ritual da prática que muda comportamento.

NR-17 PCMSO em escritório híbrido: 5 erros em 2026
PCMSO calibrado para oito horas presenciais subdiagnostica DORT em rotina híbrida fragmentada, e o RH descobre o quadro via afastamento e não via exame, à medida que a NR-17 atualizada cobra integração que a maioria das plantas ainda não fez.

Inspeção planejada mensal de SST: 4 tipos em pequena planta
Inspeção planejada mensal é instrumento técnico cuja eficácia depende da escolha do tipo certo para cada área da planta, e o gestor de SSMA brasileiro costuma aplicar um único modelo onde o canteiro precisa de quatro complementares.

Painel mensal SST do C-level: 7 gráficos que decidem
O C-level industrial cuja prática é receber relatório mensal de TRIR e dias sem acidente lê apenas a metade lagging do sistema, e perde os sinais leading cujo movimento antecede o SIF em três a doze meses.

Five Whys vs RCA em acidente leve: qual escolher
Acidente leve registrado em CAT exige método de investigação proporcional ao evento, e a escolha entre Five Whys e RCA depende de três variáveis cuja leitura é viável pelo técnico de SST em quinze minutos.

NR-12 LOTO em pequena indústria: 5 erros que matam
O LOTO formalmente implantado em pequena indústria brasileira concentra cinco erros estruturais cuja correção depende do técnico de SST e do encarregado de manutenção, e cuja detecção é viável em uma auditoria de noventa minutos.

Observação comportamental em 3 turnos: checklist do técnico
Operação de três turnos exige observação comportamental adaptada à fadiga circadiana, porque o gesto técnico do operador às três da manhã é diferente do mesmo gesto às dez horas, e o método único subdiagnostica risco real.

APR em altura: 3 pontos críticos do supervisor
A Análise Preliminar de Risco em altura concentra três falhas estruturais cuja correção depende exclusivamente do supervisor de campo, e cuja detecção em vinte minutos cabe na inspeção rotineira do encarregado.
Histórias que ajudam a enxergar sinais.
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